Nuvem bare metal ou de máquina virtual: Qual é a opção certa para mim? – IBM Developer

Nuvem bare metal ou de máquina virtual: Qual é a opção certa para mim?

Não há dúvida de que a nuvem nos traz todo um novo conjunto de propostas de valor para ambientes de computação corporativos, oferecendo um enorme conjunto de benefícios, como escalabilidade de aplicativos, flexibilidade operacional, melhor economia de escala, redução de custos, eficiência dos recursos, melhoria da agilidade e muito mais. É mais difícil encontrar todos esses benefícios quando se considera apenas o modelo de computação tradicional.

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Foto de um data center

De modo geral, as organizações hoje podem escolher entre dois tipos de nuvens. As nuvens tradicionais oferecem máquinas virtuais (VMs) extremamente fáceis de usar, mas a virtualização de disco, memória e unidade central de processamento vêm com uma penalidade sobre o desempenho. As nuvens bare metal são essencialmente servidores físicos que podem ser implementados sob demanda e faturados por hora.

Quando ouvi pela primeira vez falar de bare metal no contexto de nuvem, uma dúvida veio imediatamente à minha mente: Da perspectiva conceitual, uma configuração de nuvem exige algum tipo de virtualização?

(Relacionado: Três principais vantagens do uso de SoftLayer para a implementação de nuvem )

Na verdade, o National Institute of Standards and Technology (NIST), cuja definição de nuvem é amplamente aceita no segmento de mercado, omite a virtualização como critério para a nuvem. As características essenciais mencionadas pelo NIST incluem autoatendimento sob demanda, acesso amplo à rede, pooling de recursos, rápida elasticidade e serviço medido, mas não virtualização. Isso pode surpreender muitos na comunidade de TI (como eu!) que sempre acharam que uma infraestrutura de servidor virtualizado era necessária para proporcionar a flexibilidade e a escalabilidade associadas à nuvem.

Com isso em mente, pode-se notar que as VMs são ótimas para algumas coisas e os servidores bare metal, para outras. Às vezes, estão envolvidas questões tecnológicas e em outras, questões financeiras.

Considere uma nuvem VM para cargas de trabalho altamente dinâmicas, se você não estiver realmente preocupado com o desempenho. Por exemplo, se você tiver um aplicativo que precisa de mais ou menos recurso rapidamente, ou se tiver cargas de trabalho muito temporárias que devem ser levantadas em minutos e executadas por um curto período antes de desligá-las, a virtualização é ótima.

Mas se o seu aplicativo é sensível ao desempenho, o bare metal pode ser imbatível. Serviços na nuvem bare metal se referem a um tipo de oferta em servidor hospedado de alto desempenho, que combina as vantagens de servidores dedicados tradicionais com as de servidores virtuais de infraestrutura como serviço (IaaS).

Com a nuvem bare metal, todos os recursos de servidores físicos são dedicados a um único usuário e podem oferecer desempenho melhor do que um servidor virtualizado comparável. Visto que os recursos não estão sendo compartilhados, não é necessária camada de hypervisor, permitindo que mais energia de processamento do servidor seja alocada para o aplicativo.

Algumas vantagens dos serviços na nuvem bare metal são:

  • Recursos dedicados a um único cliente
  • Maior energia de processamento e operações de entrada/saída por segundo (IOPS)
  • Desempenho mais consistente de disco e E/S de rede
  • Qualidade de Serviço (QoS) que garante a eliminação do problema do “vizinho barulhento” em um ambiente com diversos locatários.

Outro benefício do bare metal é a segurança. O potencial de violar a conformidade regulatória em um ambiente com diversos locatários foi a principal razão pela qual organizações sensíveis à segurança originalmente relutavam em mover seus dados para a nuvem. Com os servidores bare metal, é possível implementar uma segregação física dos recursos.

Outro problema importante abordado por bare metal é que existem alguns fornecedores de software com contratos de licença e suporte que não aceitam modelos de licenciamento de subcapacidade. Nesse caso, o fornecedor não permite o uso de particionamento temporário como meio de determinar ou limitar o número de licenças de software necessárias para determinado servidor.

Você terá de pagar a licença de software como se você estivesse usando o servidor físico inteiro, mesmo que não esteja.

Há apenas alguns provedores de nuvem que oferecem uma verdadeira instância bare metal de computação em nuvem em seu portfólio de serviços Cloud. A SoftLayer, uma empresa da IBM, é líder nesse tipo de oferta, fornecendo aos seus clientes a oportunidade de desfrutar das vantagens de flexibilidade, provisionamento e faturamento sob demanda da computação em nuvem e da execução de aplicativos em servidores físicos dedicados ao mesmo tempo.

Além disso, os clientes da SoftLayer podem mover dados com o clique de um botão a partir de servidores virtuais para os físicos, e vice-versa, sempre que quiserem, nos datacenters da SoftLayer.

Como se pode ver, não há resposta correta para a pergunta do título da postagem. Sempre dependerá do tipo de carga de trabalho que você precisa executar na nuvem.

Gostaria de saber sua opinião. Qual nuvem você escolheria e por quê?